A vida é melhor de óculos

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O ser humano tem um corpo extremamente frágil. Basta uma pequena disfunção para que venha a apresentar um ou mais problemas, sendo a Síndrome de Alport uma dentre as inúmeras anomalias que podem atingir até vários locais ao mesmo tempo, tais como o sistema oftalmológico, o renal e o auditivo. Ela pode apresentar vários tipos de recorrências, e as mais comuns são a lenticone (inchaço da lente) anterior e posterior. Especificamente sobre as alterações que ocorrem na região ocular, elas normalmente atingem o cristalino (componente localizado entre o humor vítreo e a íris, tendo uma função similar às lentes de máquinas fotográficas, de focalizar um objeto), e mesmo sendo uma rara anormalidade é bastante capaz de provocar uma redução da capacidade de enxergar. Por motivos como estes é que requer uma atenção de especialistas para que eles possam identificar corretamente as origens. Curiosamente, esse mal é comum entre o público masculino, sendo causado por mutações em genes de biossíntese dos seguintes colágenos: COL4A3, COL4A4 e COL4A5 – mutações ocorridas em qualquer um deles dificultam a produção correta ou a montagem de rede de colágeno tipo IV, um crucial elemento estrutural das membranas dos olhos, do rim ou também do ouvido interno.

Diversos especialistas afirmam que a lenticone, seja ela anterior ou posterior (há outros casos), pode ser detectada em exame biomicroscópico. Os exames de imagens complementares também são úteis, uma vez que ajudam a mensurar o impacto na qualidade visual relacionada ao cristalino. Assim, os oftalmologistas podem indicar o melhor tratamento.

É importante mencionar que a Síndrome de Alport é hereditária, e quem tiver casos em sua família deve estar ciente e atento, especialmente quando acontece o problema da lenticone, que pode até diminuir a visão de forma gradativa. Os problemas mais graves, inclusive, podem aparecer antes mesmo dos 50 anos.